sexta-feira, 31 de julho de 2009

BH Open


Fomos eu, Sávio e Luciano até BH assistir alguns jogos. Muito bom, assistimos de camarote de graça e tomamos umas Sol's na área VIP vendo umas duplinhas. Muito bacana. Conclusões: os caras preocupam mais em mudar a direção da bola(tática) do que dar uma porrada ou técnica perfeita. Dos jogos que eu vi, os gringos jogaram mais. Ah, as bolas andam muiiiito. Galera gente boa. Sem estrelismos. Se o Luciano não tivesse amolado o Tiago Alves, Marcel Felder tinha tomado dois pneus, hehehe. Em tempo, odis agradecimentos:

-ao Midim pelo apoio da galera na mobilidade.

-ao Sávio pela indicação da Fogo de Chão como melhor churrascaria, deu de 10x0 no porcão. Só o Luciano que queria que assassem os palmitos,hahahahahhaha.
Essa é uma foto de dentro da academia, depois seria a área VIP. Junto com os jogadores nomesmo local, muito legal.
Dia 10.

domingo, 26 de julho de 2009

Ubá em VRB

Recebemos visitas ilustres hoje na AABB. Vieram Cândido, Leandro Wilson, Ronan, Vinícius e Lucas. Recebemos também o Véber(com V ou W) de Ponte Nova. Jogamos algumas duplas no Saara. Fica a sugestão p dar uma molhada de deixar poça antes de fechar o clube e uma "normal"de manhã. Se não, corremos o risco de perder as quadras. Duas observações:
-Wilson, parece que nós somos movidos a álcool, só engrenamos no 1x5.
-Sérgio, sem ciúmes, não precisava me dar bolada. Sabe que a nossa dupla peso pesado é fixa, se separarmos, vou ter que receber pensão, hehe.
-Marquinho, vc só saca no meu corpo na vantagem porque é fácil de acertar. Queria ver sacar no Salvador.

BH ou JF

Quem vai? Challenger ou Future? Acho que vou a Bh ver meio de semana que é mais negócio.
Quem tiver interesse deixe mensagem aqui que devemos alugar uma van. Fica mais fácil e mais seguro.

Junte-se aos Bons

Minha esposa desistiu. Peraí! Foi do tip0: se não pode com eles, junte-se a eles. Começou a fazer aula de Tênis. Tá de tênis novo, raquete Babolat cabeçuda e levinha e tá gostando. Se der certo vai ser pedreira pois pega com a mão errada, a esquerda. Acho que vai pra frente. Só tenho medo de gastar muito com raquetes nos momentos de fúria. Pensando bem: antes a raquete que a cabeça de alguém. Ainda bem que tem uma rede no meio.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Essa não tem a ver com Tênis

Cabeça de Mulher


Taí coisa que já rendeu mais piada do que a injusta fama dos nossos irmãos lusitanos. Mas como funciona, para que serve(o interior, digo)? “ Mistéeeerio ” como diria antiga senhora. Se você comprar revistinhas teens, verá coisas que até te parecem lógicas como: “ Quanto tempo esperar antes de ligar para eles no dia seguinte? ” , “ O tubinho preto te engorda? ” , ” Clara de ovos e Kiwi tiram rugas de expressão? ” . A verdade é: não sabemos. Simplesmente não entendemos os porquês dessas perguntas.
Lembrei disso pensando “ num acontecido ” . Estávamos eu e digníssima, mais filho e um casal amigo em um restaurante. Cervejas vão e vem e algumas porções(costela com mel e gengibre de “ lamber os beiços ” como se dizia). Resenha do Tênis semanal acontecendo com a análise fria e imparcial que o ambiente e a bebida proporciona. A cerveja era a genérica pois tínhamos damas presentes. A garçonete era o padrão, pega a ceveja quando ela se cansa da paisagem da parede branca e olha para você. Lá nos finalmentes, depois de uma semana onde o stress foi levado ao máximo, resolvi tomar uma dose de Jack Daniels, meu predileto. Veio com uma pedrinha como pedi. Só fresco(o wisk). Coisa boa demais. Empurrador que é dos demônios para os quintos, cumpriu seu papel. Com isso, a resenha do tênis progrediu. A análise foi feita, repassada, trespassada e a conclusão: sou ruim e preciso melhorar. Sorte já ter a solução: é só treinar.
Pedimos a conta. Olha daqui e olha de lá e notei que faltava a derradeira dose de Jack. Justiça: sim ou não. Lembrei do Senado, do Congresso, e pensei: “não quero ser igual.” Chamei a gerente e falei: cobraram-me de menos. Surpresa, agradecimentos depois veio a conta 13 contos mais cara. Paga a dolorosa, juntamos casais, filho, agasalho, celular e partimos. Em casa, a pergunta de minha senhôra: cadê meu celular. Lembrava de tê-lo pegado, junto com agasalho e vindo ao carro. Depois mais nada. Voltei ao restaurante e uns moleques na porta perguntaram: é seu esse celular. Lógico que era. Milagre? Só pode ser, adolescentes e pré-adolescentes devolvendo um celular com mp3, câmera potente e sei lá mais o quê? Se falar que não fiquei surpreso, estarei mentindo e muito. Em casa, alguém já imaginava qual seria seu próximo aparelho.
Alegria após a entrega do fugido, filosofei: “ Tá vendo, a honestidade rendeu frutos, Por eu ter lembrado da dose não cobrada, recebi o celular de volta.” Essa é a essência do bem: “Faça por onde, que eu te ajudarei.” Ainda há gente honesta nesse mundo.
Cabeça de mulher: ” Se não tivesse bebido o Wisk, não teria perdido o celular.”Será?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Olho na Bolinha

Já repararam que a maioria dos outros esportes não exige olhos fixos na bola? Futebol: você conduz a bola olhando o jogo. Vôlei: o levantador olha para tudo menos p a bola. Handebol, Basquete nem se fala. No golfe vc olha p uma bola menor ainda e ela está parada. No tênis, além de ser pequna, a velocidade é enormr. Outro esporte parecido? Beisebol? Não olhar é um dos meus principais problemas. Diz que tem um exercício q vc pôe a bolinha em um lugar e fica olhando p ela por 5 minutos. Minha muler ameaçou me mandar p hospício, hehe.

domingo, 5 de julho de 2009

Muito bom esse texto

Percam um tempo e leiam:
Coragem

Quando aqui uso o termo “coragem”, não quero dizer tão somente o que ele normalmente significa “ausência de medo” e “raça”. Certamente essa qualidade também é necessária a um campeão, mas é momentâneo, passageira mesmo e nada mais do que uma parte infinitesimal do que quero dizer com “coragem”.“Coragem” inclui paciência, filosofia e visão para erguer os olhos a uma meta mais à frente. É a capacidade de não perder nunca de vista essa meta ou a crença em si próprio e na vitória final, a despeito do desânimo, desapontamentos desalentadores e mesmo a impressão de ter falhado. São necessários 3 anos para se fazer um “tenista” e 6 anos para se fazer um “campeão”. Se você decidiu ser “campeão”, precisa ter a “coragem” de olhar 6 anos à frente e nunca vacilar ou hesitar, mesmo durante aqueles períodos horríveis e dolorosos, quando seu jogo parece que estacionou. Você perderá para jogadores que você sabe que pode vencer, e seus melhores amigos olham outra coisa, quando você está jogando, ou lhe dizem francamente que você é um “perna-de-pau”, um “pangaré” e que sempre o será.
O progresso no jogo de tênis é muito vagaroso e difícil de ser observado.
Há longos períodos no desenvolvimento de qualquer bom tenista, quando ele julga estar estacionário. Não procure ver melhoras na base do dia-a-dia, ou semana-a-semana. Se você treina e está progredindo rápido, o mais rápido que pode sentir melhoras é na base do mês a mês, mas é mais fácil observa-las ano a ano. Requer paciência e filosofia para superar esses obstáculos. Quanto mais sólida e cuidadosamente você preparar sua base, cuidando melhor, nos primeiros meses, da técnica dos seus golpes, mais vagaroso poderá ser seu progresso. Poderá tomar surras tremendas de jogadores instintivos, que jogam há metade do tempo que você e cujo estilo lembra moinhos de vento.
É nessa hora que a “coragem” deve vir em seu auxílio e ajuda-lo a conservar seus olhos naquela meta de perfeição, ainda distante. Ela poderá conservá-lo tentando e se o fizer, cerca de um ano depois, você poderá se defrontar com o mesmo jogador e fazer uma descoberta marcante. Ele agora é um “perna-de-pau”, um “pangaré” mesmo. Você o derrota tão facilmente, que se admira como pôde perder antes.
Levam-se meses de treinamento intensivo, para se dominar um golpe, no qual você possa confiar. Se cometer o erro de tentar aperfeiçoar muitos golpes ao mesmo tempo, você não adquirirá controle sobre nenhum. Você poderá ver que paciência, determinação, perseverança e ter os olhos voltados para a meta final, são necessários para mantê-lo nessa rota. Não cometa o erro de considerar que uma ou duas boas vitórias significam que seu trabalho está completado. Elas serão, simplesmente, indicações do que está para vir pela frente. Aceite as vitórias e as derrotas em sua trajetória, conserve os pés o chão e sua cabeça um pouco menor do que seu “chapéu”. Acreditar e confiar em si são essenciais para o sucesso, mas a “máscara” é o veneno mais violento para matar a chance de alcançá-lo. A atitude de que você é tão bom que não precisa fazer força, que você é tão grande que seu adversário deve se apavorar e que você já passou do ponto de precisar aprender mais qualquer coisa, é “máscara”. A linha divisória é muito estreita e extremamente fácil de ser cruzada. Você deve estar em guarda permanentemente contra as investidas do seu ego. Você nunca é tão bom quanto dizem (quando você está vencendo), mas também não é tão ruim, como você pensa ser (quando está sendo derrotado).
Antes que você, no tênis possa “varrer os obstáculos”, tem que aprender a “agüentar”. Só após passar pelo crivo de muitas derrotas, pode um tenista ganhar a experiência necessária que lhe mostrará qual o golpe, quando e onde usá-lo. Os campeões nascem após as dores das derrotas. São necessárias todas as fases da “coragem” para atravessar os anos nos quais as derrotas é a porção que lhe cabe a maior parte das vezes e sentir no meio de todo esse desencorajamento, que você está forjando as armas que o levarão à sua meta.
Adaptação do livro“How to Play Better Tennis”William T. Tilden - 1950